As mulheres, já há algum tempo, invadiram o mercado da cachaça. "Uma mulher pode ficar charmosa bebendo cachaça". A frase foi dita por um jornalista carioca ao terminar de fazer uma reportagem com a cachacière
Um dos motivos do nascimento da marca SAGATIBA foi justamente a identificação de uma oportunidade no mercado externo. No Brasil, a cachaça sempre foi amplamente conhecida, diferentemente do que acontecia na Europa e nos Estados Unidos.
A origem do nome cachaça, provavelmente, deve ser espanhola. Mas a palavra nunca pegou na Península Ibérica. Ela foi escrita algumas vezes como sinônimo da milenar bagaceira, feita das borras da uva, mas nunca na nossa acepção e com a nossa sede.
Os egípcios antigos dão o primeiro sinal. Curam várias moléstias, inalando vapor de líquidos aromatizados e fermentados, absorvido diretamente do bico de uma chaleira, num ambiente fechado.
Cachaça é o terceiro destilado mais consumido no mundo, ficando atrás apenas da vodca e do soju, destilado coreano feito do arroz e da batata doce, bebido em toda Ásia.
Antes carregada de conotações negativas, a cachaça passou por um processo de valorização e atingiu status de bebida premium.
A Anísio Santiago, que já se chamou Havana, é a cachaça mais cara do País. Em Salinas, norte de Minas, onde é feita, circula como moeda. O fabricante até paga os empregados com garrafas da bebida. Produção limitada, com qualidade, a tornaram rara.
A cachaça é genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar.
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