Cachaças

 
Os bons apreciadores da “caninha” consideram uma ofensa à “marvada” quando alguém trata aguardente ou pinga como sinônimo de cachaça. Aguardente é qualquer destilado, o que inclui, como exemplo, a vodca, o gim, o run, a tequila ou o uísque. Para eles, pinga é apelido.
Para milhões de brasileiros a expressão “uma boa ideia” representa o simples ato de encostar em um balcão e pedir uma dose de pinga, ou cachaça como agora é chamada a bebida. Mas não de qualquer marca: ela tem que vir em uma inconfundível garrafa transparente e com o número 51 grafado no rótulo.
Degustar cachaça é uma arte que nem todos sabem e que precisa ser exercitada. Mesmo não sendo perito, é fácil saber se uma cachaça é boa ou ruim. Há algumas dicas para isso.
Algumas dicas que podem lhe ajudar na hora de escolher e degustar uma boa cachaça
Grandes fabricantes de cachaça estão apostando na sofisticação do consumo no Brasil para criar versões envelhecidas, e mais caras, de seus produtos. Velho Barreiro, 51, Pitú e Ypióca são algumas das marcas que ganharam versões premium nos últimos meses, a preços que facilmente passam de R$ 100.
A cachaça é genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar.
Confira como é a produção da cachaça, artesanal ou industrial. A genuína bebida brasileira
A Anísio Santiago, que já se chamou Havana, é a cachaça mais cara do País. Em Salinas, norte de Minas, onde é feita, circula como moeda. O fabricante até paga os empregados com garrafas da bebida. Produção limitada, com qualidade, a tornaram rara.
 
 

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